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Diagramas para SEO

23 de outubro de 2009
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PessoALL!

Comoe estão?

Seguinte: vi no twitter da @konfide um link muito bacana para alguns diagramas de SEO.

Resolvi postar aqui e espero que gostem! Imagens ampliadas aqui.

Long Tail - SEO

Long Tail - SEO

Keyword Research

Keyword Research 1

Keyword Research 2

Keyword Research 2

Keyword Research 3

Keyword Research 3

B2B Long Tail

B2B Long Tail

That’s all Folks!

16 analogias para explicar o que é Twitter!

13 de outubro de 2009

Olá PessoALL!

Depois de tirar a poeira do meu painel de postagem, resolvi colocar aqui uma coisa bacana que li. Textos em inglês.

That’s all Folks!

O que a Olimpíada de 2016 no Rio tem a dizer sobre o mercado digital brasileiro

5 de outubro de 2009

Olá PessoALL,

Estou até com vergonha de postar! Nem quis ver quando foi meu último post… mas adianto que já estou me organizando para essas ausências não ocorrerem mais!

Achei essa matéria demais. Bjos e até mais!

Nova condição do Brasil no cenário global se reflete também na chegada de grupos internacionais de internet e comunicação ao País.

Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016, a primeira a ser realizada na América do Sul em 113 anos dos jogos olímpicos da era moderna. País-sede da Copa do Mundo de 2014, torneio que desde 1978, na Argentina, não se realiza no continente sul-americano.

São os dois maiores eventos do planeta. Ambos organizados no País num intervalo de apenas dois anos, situação que colocará o Brasil no centro dos holofotes internacionais como nunca antes de viu na história deste País, como bem poderia dizer o presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Estrela mundial
Mas não é necessário esperar até 2014 ou 2016 para que os brasileiros se reconheçam como estrelas internacionais – o Brasil já é o país da moda. Entre as razões que atraem os olhares do mundo para cá estão uma economia forte, capaz de sair da crise internacional antes das potencias européias e dos EUA, e uma política externa afirmativa, que inseriu o País nos grandes fóruns decisórios internacionais.

Apenas para citar mais um exemplo, a consolidação do G20, que reúne as vinte maiores economias do planeta, contou com participação direta do presidente Lula, um de seus principais articuladores. O grupo foi ratificado, durante encontro de chefes de estado em Pittsburgh, nos EUA, em setembro, como o fórum responsável pela tomada decisões de âmbito mundial. Ele substitui o G8, o conjunto das principais economias mais a Rússia.

Facebook e o mercado digital
A condição de ator global relevante do Brasil já se reflete nos negócios digitais, como se pôde ver durante recente visita ao País de Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook. Maior rede social do mundo, com mais de 300 milhões de usuários, o site estuda abrir operação local em 2010, disse Zuckerberg durante palestra a estudantes da FGV, em São Paulo.

Uma rápida análise mostra também que, só neste ano, três companhias internacionais da área digital ingressaram ou confirmaram para 2010 o início de operação no mercado brasileiro.

A primeira delas foi a Eyeblaster, agência digital americana que montou escritório no Brasil em agosto. Presente em 37 países, a organização atuava no País, antes de montar sede, por meio de parceria com a Realmedia, companhia especializada em representação comercial de empresas de internet.

Pólo de expansão
Presidente da filial brasileira da Eyeblaster, o executivo Carlos Medina afirmou na ocasião que a decisão de montar um escritório próprio no País partiu de duas motivações do presidente mundial da companhia, Gal Trifon. Uma delas se deve ao fato de que, quando representada pela Realmedia, a agência prestava apenas  uma pequena parte de seus serviços. “Temos as ferramentas para celular e outras peças mais simples que poderíamos comercializar”, disse Medina em reportagem do IDG Now! do dia 28/8.

A outra razão está na visão estratégica de investir na América Latina. “Trifon percebeu que precisaríamos atuar  no mercado de forma mais completa. Para isso, já montamos um escritório em Buenos Aires e abriremos em breve um em Bogotá”, afirmou Medina.

Agências internacionais
Uma das principais agências de publicidade digital dos Estados Unidos, a Razorfish anunciou em setembro sua expansão para a América Latina, incluindo a abertura de um escritório no Brasil, em 2010.

A operação latino-americana começará pelo País, mercado em que a agência tem como principal cliente o portal Terra. O  diretor-geral para a América Latina será Jose Martinez, que atua na Razorfish desde 2000.

Por enquanto, o executivo continua a atuar no escritório da empresa em Nova York (EUA). Martinez se reportará a Dave Friedman, nomeado  em junho presidente da companhia para as Américas. A Razorfish foi vendida em agosto pela Microsoft para o Publicis Groupe, organização francesa de mídia, que pagou 530 milhões de dólares pela agência americana.

Expedia no Brasil

A área de venda de viagens pela internet também é responsável por um movimento de porte.  O Grupo Expedia, um dos principais desse no mundo, confirmou ingresso no mercado brasileiro, uma notícia antecipada pelo IDG Now! no dia 25/8. A organização, responsável pela reserva de 56 milhões de diárias e um movimento de 2,9 bilhões de dólares no mundo em 2008, terá escritório em São Paulo, que comandará a operação na América Latina. A atuação da empresa se dará por meio da marca de site de reservas Hoteis.com.

A Expedia optou por montar sede no País por considerar o mercado brasileiro promissor. Para dar uma idéia, o Brasil representa 50% do volume de negócios realizados pela Expedia na América Latina.

Dados do mercado digital de turismo também encorajam a investida. De acordo o instituto Jupiter Media, empresa especializada em tecnologia, esse setor faturou no mundo 3,2 bilhões de reais em 2007, valor que deve chegar a 10,2 bilhões em 2010, o que indica uma expansão anual de 31%.

No Brasil, esse segmento corresponde a 10% do mercado de viagens, com a expectativa de alcançar 22% no ano que vem, segundo o instituto. Nos EUA, ele representa 26% do mercado de viagens, com a projeção de alcançar 46% no mesmo período.

Outras investidas
Se voltarmos um pouco no tempo veremos que, no ano passado, o Publicis Groupe protagonizou outra investida no Brasil, por meio de sua agência de internet Digitas, que se  instalou por aqui ao comprar a Tribal, empresa brasileira de comunicação digital. A organização francesa tem mais de 45 mil funcionários espalhados por 104 países e faturamento de 6,9 bilhões de dólares em 2008.

Um ano antes foi a vez da Isobar, rede inglesa de agências digitais, fincar bandeira em terras brasileiras depois de adquirir a AgênciaClick por 15,9 milhões de libras, mais 3,4 milhões de novas ações do conglomerado. Segundo a cotação da libra na época, a aquisição envolveria um total de cerca de 41 milhões de dólares – vale a ressalva de que a emissão das novas ações seria feita nos cinco anos seguintes mediante resultados.

Buscapé
A notícia mais retumbante, no entanto, surgiu na semana passada, com a venda de 91% do Buscapé para a Naspers, companhia sul-africana de mídia. O site brasileiro foi arrematado por 342 milhões de dólares, naquela que se tornou a terceira maior transação da história da internet brasileira. A negociação deu ao serviço brasileiro comandado por Romero Rodrigues o valor de mercado de 375,8 milhões de dólares.

A aquisição segue uma estratégia da Naspers de investir em grupos que atuam no setor de comércio eletrônico ao redor do mundo. Mais que isso, no entanto, a investida sobre o Buscapé reforça as bases para o grupo sul-africano explorar negócios no contexto da convergência de mídias.

Um dos fatores que justificam a tese é de que há boas perspectivas de combinação de negócios com outra organização com a qual a Naspers está ligada no País, o Grupo Abril – seu braço digital MIH Holdings detém 30% da empresa da família Civita, negociação que resultou na formação da MIH Brazil Participações Ltda. A negociação, fechada em 2006 por 422 milhões de dólares, permitiu o ingresso da Naspers no mercado brasileiro de mídia impressa e eletrônica.

Ambições
A estratégia que se desenha mostra que, com o Buscapé, a Naspers tem acesso a uma base de informações sobre tendências de consumo na área de comércio eletrônico, atributo reforçado com os estudos de consumo na web realizados pela e-bit, empresa controlada pelo site brasileiro de comparação de preços.

Somando-se esse ativo às publicações da Editora Abril, a Naspers tem condições de criar estratégias de marketing ou projetos comerciais focados em diferentes segmentos de público. Vista de outra forma, a Naspers reúne agora no País poder comercial, análise de consumo e conteúdo editorial.

Pela abrangência que sua operação adquire no País, percebe-se que a Naspers não está no mercado nacional a passeio, como disse ao IDG Now! em outra ocasião Índio Brasileiro, sócio-diretor do centro de treinamento avançado em técnicas de planejamento e gestão de projetos digitais I-Group. “Por ter feito aquisições milionárias no Brasil, a Naspers mostra que entra decidida a ser protagonista.”

Fonte: IDG Now!

Nestlé lança TV na internet

21 de setembro de 2009

Olá PessoALL!

Vi essa notinha no site da Proxxima e resolvi colocar aqui para vocês. A Nestlé entra na onda da TV Online, com uma abordagem bem educativa.

Penei um pouco para achar um link pra TV, então aqui vai, mais fácil:

http://www.nestle-tv.es/

Para entrar precisa de cadastro.

Dêem uma olhadinha na “carinha” do site da TV:

PRINT_NESTLETV

Ps 1.: Achei o site da Nestlé Espanha um tanto quanto “povoado demais”.

Empresa faz projeto experimental na Espanha e lança TV com seis canais distintos e com programação segmentada

A Nestlé acaba de lançar na Espanha um canal de TV na internet. O projeto experimental lançado no País é o primeiro da multinacional. Outras marcas já fizeram essa aposta, como, Renault, Adidas, Swarovsky e Audi.

O projeto idealizado pela Ogilvy One Barcelona possui seis canais distintos e com programação segmentada. Entre eles destaques para Alimentação, Bem-estar e Mamães de primeira viagem.

A profissão do futuro: Web Intelligence

15 de setembro de 2009

web-intelligence

A explosão das vendas online e das iniciativas em web marketing trouxe muitos desafios para as companhias que estão à procura de novos clientes.

Atualmente, faz parte da estratégia de sobrevivência e sucesso de qualquer empresa ter foco em análises web mais profundas, uma vez que o novo marketplace de nossa Era é, sem dúvidas, a Internet. Entretanto, a web mostra-se como um céu cheio de nuvens; falta alguém que consiga enxergar uma pequena brecha azul para obter toda a compreensão há tanto tempo esperada. Ou melhor, faltava.

O que é Web Intelligence?

A grosso modo, é a concretização dos objetivos do seu website. Esses objetivos podem ser:

  • Vender produtos e/ou serviços;
  • Publicar conteúdo informativo;
  • Agregar e fornecer bancos de dados;
  • Desenvolver a parte institucional de uma companhia;
  • Criar comunidades;
  • Etc.

Atingir qualquer um desses objetivos depende exclusivamente de como seus visitantes se comportam e interagem com seu site. Inteligência, nesse aspecto, não significa ter milhões e milhões de Page Views somente; pensar assim é quase como rasgar dinheiro.

Não se preocupe… A maioria das empresas não age desta forma. Mas você, que trabalha numa empresa perfeita, com gestores perfeitos e métricas perfeitas, já faz isso. Correto?

Não? Não faz?

Mas fará! Acredite, vale a pena. Após conhecer um pouco mais sobre o que já está sendo chamado de “ciência”, você será capaz de usar inteligência real da web para redistribuir os seus gastos com marketing para atrair, reter e converter verdadeiros web customers, e não somente visitantes, como a maioria gosta de chamar.

Temos que:

Web Analytics: é o processo de medição, coleta, análise e produção de relatórios de dados de navegação e interação com o objetivo de entender e otimizar o uso dos sites e páginas na Internet.

Business Intelligence: é o processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte à gestão de negócios.

Logo:

Web Analytics + Business Intelligence = WEB INTELLIGENCE

Apesar de o conceito de Web Intelligence não ser tão recente, somente nos últimos tempos a importância adequada tem sido notada.

O profissional de Web Intelligence deve ter em mãos a responsabilidade de transformar dados em decisões estratégicas. Para isto, é importante ter amplo conhecimento em:

  • Web Analytics;
  • Data Warehousing;
  • Ferramentas de B.I;
  • Branding;
  • Posicionamento de produto/marca;
  • Website design;
  • Database marketing.

Além disso, espera-se desse executivo que seja simpático a novas tecnologias e possua pensamento analítico.

Será que vale a pena investir nessa carreira?

That’s all, folks!

WordPress warns of wayward worm

8 de setembro de 2009

Buenos, pessoALL!

Ando na correria ultimamente e talvez demore um pouquinho mais que o normal para postar até conseguir colocar a minha rotina em ordem.

Hoje vou postar uma notícia que achei interessante para os usuários do WP. Dica do Thiago!

Users of the WordPress blogging platform need to beware of a worm making the rounds of Web sites, if they have not updated their software in the last month, the developers of the popular blogging software said over the weekend.

The malicious program affects blogs that use WordPress, and which have not installed either of the two latest updates, released on August 3 and August 12. The worm attacks Web sites by registering itself as a user, exploiting the flaw to make itself an admin, hides itself, and then updates posts and comments with spam and links to malware, the WordPress developers said.

“The tactics are new, but the strategy is not,” the WordPress project stated on its official blog. “Where this particular worm messes up is in the ‘clean up’ phase: It doesn’t hide itself well, and the blogger notices that all his links are broken, which causes him to dig deeper and notice the extent of the damage.”

Increasingly, cybercriminals are relying on legitimate Web sites as a way to compromise their victims’ systems. They are finding fertile ground for their malware: A survey published in 2007 found that only one in 50 blogs were running the latest version of WordPress.

The blogging software developers argued that patching is the easiest way for blog administrators to avoid the time-consuming problem of cleaning up a hacked blog.

“Upgrading is a known quantity of work, and one that the WordPress community has tried its darndest to make as easy as possible with one-click upgrades,” the developers stated in the blog post. “Fixing a hacked blog, on the other hand, is quite hard. Upgrading is taking your vitamins; fixing a hack is open heart surgery.”

If you have tips or insights on this topic, please contact SecurityFocus.

That’s all Folks!

Banal x Virtual

4 de setembro de 2009

Esse é o tipo de coisa que desanima…

Não aprecio a prática citada abaixo. Confira:

Empresa de marketing “vende” amigos para o Facebook

Companhia uSocial oferece pacotes de novos usuários aos seus clientes, a fim de criar canais virtuais com um grande número de pessoas para possibilitar ações de marketing e de divulgação

O problema daqueles que se sentem mal e desprestigiados por terem poucos amigos nas redes sociais pode ter acabado. Ao menos, é o que promete a empresa de publicidade e marketing australiana, uSocial, que comercializa pacotes de “amigos”  no Facebook aos seus clientes, para ampliar a sua popularidade dentro do ambiente virtual.

O projeto da empresa já havia sido colocado em prática para o microblog Twitter – a rede social de maior crescimento na atualidade – e, agora chega ao Facebook, considerada a plataforma social com maior número de usuários no planeta.

O esquema da “compra” de amigos na rede funciona da seguinte forma: a uSocial oferece pacotes que variam entre mil e dez amigos, por quantias que podem oscilar entre US$ 177 e US$ 1.167. A vantagem de ter um perfil recheado de amigos, segundo a empresa, é a capacidade de oferecer um canal de divulgação para produtos e serviços, que podem ser aproveitados por empresas e anunciantes que queiram fazer anúncios de maneira rápida e para um grande número de pessoas ao mesmo tempo.

Com 250 milhões de usuários registrados, o Facebook é visto com a principal plataforma para atração de negócios para a empresa de marketing australiana. Os idealizadores do projeto explicam que a “compra” dos amigos é efetuada mediante a mensagens virtuais, que convidam os internautas a adicionarem novos amigos. Caso não queria aceitar as novas “amizades”, os usuários podem recusar o convite.

A iniciativa da uSocial, entretanto, já gerou polêmica entre as próprias redes sociais. O Twitter tentou bloquear o funcionamento da empresa de marketing, sob a acusação de que ela estaria utilizando a sua rede para enviar spams.

Fonte:  m&m Online News